A Seleção Brasileira se apresentou para a disputa das Eliminatórias Sul-Americanas e, nesta terça-feira, vai a campo pela primeira vez na preparação antes de encarar a Venezuela.
O duelo contra os venezuelanos será na quinta-feira, a partir das 21h30 (de Brasília), na Arena Pantanal. O zagueiro Marquinhos admitiu a falta de treinos, mas afirmou que os jogadores estão acostumados e confia na comissão técnica de Fernando Diniz.
"Isso é Seleção. A gente já está acostumado, vem para cá e tem que ser bombardeado de informação. Vamos tentar nos adaptar o mais rápido possível. Então é vídeo, conversa e treinamento. Tudo que podem usar para influenciar nossa tática e comportamento eles (comissão técnica) vão colocar ao nosso favor. Nós jogadores temos que ter a mente aberta para estar se adaptando o mais rápido possível e crescer a cada jogo", declarou Marquinhos ao chegar na concentração.
Após um treino regenerativo nesta segunda-feira, o Brasil faz o primeiro trabalho tático nesta terça-feira e encerra a preparação na quarta-feira, em Cuiabá.
"Vamos analisar bem a seleção da Venezuela. Temos poucas informações ainda, somente o histórico dos últimos jogos com eles. Das últimas vezes, eles jogaram muito baixo e tivemos que criar espaços, jogadas e situações de gol. Não sei se está assim ou se mudaram as características. Então vamos ver o que o professor tem pra falar e treinar. Vamos fazer nosso melhor", acrescentou.
A Seleção Brasileira estreou nas Eliminatórias Sul-Americanas com duas vitórias, contra Bolívia e Peru, e lidera a tabela com seis pontos. Na última partida, o Brasil venceu a seleção peruana por 1 a 0, com gol no fim de Marquinhos.
"Futebol vem sendo muito mais tático. As equipes vêm dificultando muito o futebol do Brasil, que taticamente é muito bem treinado. Enfrentei algumas vezes a Venezuela e tivemos dificuldades. Então cada jogo tem sua história, vamos ver o que vai acontecer dentro de campo", projetou o zagueiro do Paris Saint Germain.
"Calor é um fator que a gente sempre enfrentou e temos que nos adaptar. Se pesa para a gente, pesa para eles também. Talvez uma estratégia seria ficar com a bola, fazer eles correrem de um lado para o outro, que é uma das nossas jogadas fortes que a gente tem", completou Marquinhos.